23/05/2014

Dedos soltos

Dedos soltos

imprudentes cachos endoidados
me cegam macios
caindo no tato desse pescoço
onde me caibo

nesse todo louco 
que por fim 
desfaço de mim 
nos seus laços despenteados

André Luz


2 comentários:

  1. Amo esse seu poema, cheguei até procurar quem era o autor, só para te parabenizar <3

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    1. Obrigado Kézia, que bom que te toca, me atravessei quando fiz.

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